Bom apetite!
Velas artesanais decoradas com flores sempre-vivas. Criação poética. Percepção, equilíbrio e harmonia. Muitas velas e delicadeza!
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21 dezembro 2011
27 outubro 2011
O Povo Brasileiro
Neste finalzinho de semana, apresentamos um livro do antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro, que ajudou a criar a Universidade de Brasília e dá nome ao campus mais antigo desta universidade. Dentre muitos feitos, ele fundou o Museu do Índio e também ajudou a conceber e criar o Parque Indígena do Xingu. Escreveu uma vasta obra etnográfica e de defesa da causa indígena.
Veja "O povo brasileiro" na seção de livros na barra lateral ou no arquivo de leituras na aba superior do blog!
A análise apaixonada e parcial de Darcy Ribeiro sobre as origens do nosso povo e a formação da nação brasileira se, por um lado, não segue o rigor científico dos manuais de antropologia e sociologia, por outro, estabelece um clima de cumplicidade e até mesmo de criação literária ao tentar responder à clássica pergunta: "por que o Brasil ainda não deu certo?". Ao explicar as diferenças e as particularidades regionais, a saber: a cultura crioula do litoral, cabocla da população amazônica, sertaneja do Nordeste, a caipira do Sudeste e sulista dos gaúchos, Darcy Ribeiro ocupa um papel fundamental na bibliografia nacional ajudando a combater um certo complexo de inferioridade que está enraizado em nossa história e cultura. Ler mais e saber a fonte.
Trata-se de uma tentativa de tornar compreensível, por meio de uma explanação histórico-antropológica, como os brasileiros se vieram fazendo a si mesmos para serem o que hoje somos. Fonte: http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=80027
Veja também o documentário "O Povo Brasileiro" co-produzido pela TV Cultura, GNT e Fundar (Fundação Darcy Ribeiro).
04 outubro 2011
Novidade no blog
Agora temos novidades no nosso blog: criamos a seção "Livros Download" na barra lateral, onde daremos destaque para algumas publicações. Essas e outras publicações podem ser vistas na página "Livros" localizada na barra superior do blog, junto com a página "Catálogo de velas" (que apresentaremos em outro post em breve!).
Já falamos aqui sobre Mia Couto, Herman Hesse e vários trechos de Clarice Lispector preenchem nossas postagens.
Confira publicações desses e de outros autores e sobre temas como cromoterapia, sonhos, chakras.
Boa leitura!
25 setembro 2011
Manoel de Barros
...que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc.
Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós.
Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós.
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| imagem da internet |
17 setembro 2011
Neblina de ilusões
| imagem da internet |
Mia Couto brinca com fantasias, ilusões, verdades e mentiras em
"Venenos de Deus, remédios do Diabo".
A história trata da ida de Dr. Sidónio à Vila Cacimba para tratar de uma epidemia de meningite, mas sua motivação maior é a busca de um amor, Deolinda, mulata que conhece em Lisboa. O desenrolar da trama se dá pelo envolvimento de Sidónio com Bartolomeu e Dona Munda, os pais de Deolinda e Suacelência, político corrupto da vila. A figura de Deolinda é quase lendária, muito é dito a Dr. Sidonho, e pouco se sabe sobre o que realmente é verdade ou mentira. O discernimento do médico se perde em meio às cacimbas (neblinas) de ilusões da vila.
"No fundo, o português não era uma pessoa. Ele era uma raça que caminhava, solitária, nos atalhos de uma vila africana".O livro que não foge aos temas que já são marca do autor: a busca pela identidade, a valorização da oralidade, o humor não raras vezes ácido e a dissipação das fronteiras entre o real e o onírico. Fonte: http://africopoetica.wordpress.com/2008/06/16/mia-couto-lanca-venenos-de-deus-remedios-do-diabo/
Fonte: http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12649
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